
A Europa continua a impor barreiras tarifárias que tornam a importação de etanol brasileiro mais cara. Essa prática, que se disfarça sob a justificativa de políticas climáticas, é, na verdade, uma forma de protecionismo disfarçada de sustentabilidade.
As tarifas elevadas dificultam a competitividade do etanol brasileiro no mercado europeu, prejudicando não apenas os produtores brasileiros, mas também a possibilidade de uma transição mais rápida para fontes de energia renováveis na Europa.
Além disso, essa situação levanta questionamentos sobre a verdadeira intenção por trás das políticas ambientais adotadas por alguns países europeus. Em vez de promover uma colaboração global em prol da sustentabilidade, essas medidas podem estar mais alinhadas a interesses econômicos locais, que visam proteger a produção interna em detrimento de uma cooperação internacional mais efetiva.
O debate sobre as tarifas de importação de etanol brasileiro evidencia a necessidade de um diálogo mais aberto e transparente entre as nações, visando a construção de um mercado mais justo e acessível para energias renováveis.