
Em um cenário de crescente fragilidade nas relações entre os Estados Unidos e a Europa, diversos líderes do Velho Continente estão intensificando as medidas contra as grandes empresas de tecnologia americanas, que já enfrentam resistência por aqui. O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, anunciou esta semana que o país pretende impor limitações às Big Techs, dependendo da aprovação do Parlamento.
As ações contra essas empresas refletem um descontentamento crescente com o domínio que elas exercem sobre o mercado e suas práticas comerciais. Essa situação, que já era complicada, tende a se agravar, à medida que mais países europeus se juntam ao movimento de regulação e controle.
As preocupações em relação à privacidade, segurança de dados e a concorrência justa têm sido os principais motores dessa mudança de postura. Com isso, as Big Techs devem se preparar para um ambiente regulatório mais rigoroso, que pode impactar suas operações e estratégias na região.