
A regulação da saúde suplementar tem enfrentado críticas por estar “estreita demais”, com um enfoque excessivo em resolver “disputas contratuais” e gerando “respostas fragmentadas”, ao invés de abordar de forma eficaz os problemas que afetam o setor. Essa análise foi feita por Wadih Damous, presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
Damous enfatizou que o próximo passo deve envolver uma mudança significativa na abordagem regulatória, movendo o foco de ações isoladas para uma visão mais ampla que considere toda a cadeia de serviços de saúde. Essa transformação é considerada essencial para melhorar a eficácia da regulação e, consequentemente, a qualidade do atendimento à saúde no Brasil.