
O recente tratado que estabelece a maior zona de livre comércio do mundo, unindo o Mercosul e a União Europeia, traz à tona a necessidade de reformas significativas no chamado “Custo Brasil”. Este termo se refere aos altos custos operacionais e burocráticos que impactam a competitividade das empresas brasileiras.
A expectativa é que as mudanças propostas no acordo possam ter um reflexo direto na economia de Pernambuco. O estado, que já se destaca em setores como agronegócio e indústria, poderá se beneficiar com a redução de tarifas e a ampliação do acesso a mercados europeus.
Entretanto, para que Pernambuco consiga aproveitar plenamente as oportunidades geradas por esse tratado, é fundamental que sejam implementadas reformas estruturais que visem:
Essas medidas são essenciais para que o estado se torne mais atrativo para investimentos e possa competir de maneira mais eficaz no cenário internacional. O sucesso do tratado dependerá, portanto, não apenas das condições oferecidas pelo mercado externo, mas também da capacidade interna de adaptação e evolução das empresas pernambucanas.