
A análise de contratos que são considerados fraudulentos em relação aos direitos trabalhistas deve ser realizada pela Justiça comum, segundo a opinião do advogado Gonet. Ele argumenta que a competência para julgar essas questões não pertence à Justiça do Trabalho, mas sim ao sistema judiciário regular.
Gonet destaca que a complexidade das fraudes trabalhistas exige uma abordagem mais abrangente, que vai além das especificidades da legislação trabalhista. Para ele, a Justiça comum possui as ferramentas e a expertise necessárias para lidar com esses casos, garantindo uma análise mais detalhada e justa.
Essa perspectiva é importante, pois implica que trabalhadores que se sentem lesados por contratos fraudulentos têm a possibilidade de buscar reparação em um ambiente judicial que pode oferecer um olhar mais amplo sobre as implicações legais e sociais dessas fraudes. Assim, a atuação da Justiça comum pode contribuir para a proteção dos direitos dos trabalhadores e a promoção de um ambiente de trabalho mais justo e equitativo.